O Plano Básico de Benefícios (PBB) do Nucleos encerrou dezembro de 2025 com resultado superavitário1 de R$ 179,7 milhões, valor significativamente superior ao observado em dezembro de 2024 (R$ 39,9 milhões), refletindo a evolução positiva do desempenho do Plano ao longo do exercício. A melhora desse resultado permitiu reduzir o Plano de Equacionamento do Déficit (PED 2021) em 15,92%. Essa redução, que representa R$ 53,1 milhões, o máximo permitido pela legislação, será compartilhada entre participantes, assistidos e patrocinadoras, respeitando a proporção contributiva estabelecida entre as partes. “O resultado alcançado em 2025 demonstra a consistência da gestão do Plano, que permitiu reduzir o custeio extraordinário associado ao Plano de Equacionamento do Déficit. Essa medida beneficia diretamente patrocinadoras, participantes e assistidos e reforça nosso compromisso na busca pelo equilíbrio e pela sustentabilidade de longo prazo do Plano”, destaca o presidente do Nucleos, André Mignani.

A revisão do PED representa uma redução no valor das contribuições extraordinárias pagas por participantes e assistidos. Com isso, a alíquota da contribuição extraordinária dos participantes será reduzida em 17,24%, enquanto a alíquota dos assistidos será reduzida em 17,60%, a partir de abril/2026, conforme quadro abaixo.

Para as patrocinadoras, a revisão do PED resulta em uma redução de 14,40% no saldo das contribuições extraordinárias a vencer.
| 1 Equilíbrio Técnico Ajustado – ETA, que considera o ajuste de precificação correspondente à diferença entre o valor dos títulos públicos federais (NTN-B) mantidos até o vencimento, calculados pela taxa real de juros do passivo (5,87% a.a.) e o valor contábil desses títulos. |

